Portas do Éden

O livro Portas do Éden é do quadrinista argentino Pablo Holmberg, que assina sob o pseudônimo Kioskerman. Valendo-se da estrutura dos quadrinhos, Kioskerman experimentou e inovou na linguagem, que se afasta do humor, do drama e da ação para se enveredar na poesia. Há inclusive uma espécie de métrica visual. São sempre quatro quadros por página, sempre do mesmo tamanho.

As tiras abordam questões humanas e profundas, por meio de cenas, personagens e elementos de um mundo mágico e misterioso, o Éden. As tiras foram originalmente publicadas no site do autor (www.kioskerman.com.ar). Ao ler a série inteira no livro, é possível encontrar elementos em comum e mergulhar nas diferentes camadas de significados que a obra propõe.

Portas do Éden
é o livro nº 10 da Lote 42.

Especificações Técnicas

Portas do Éden autor Pablo Holmberg (Kioskerman) tradução Cecilia Arbolave ISBN 978-85-66740-08-0 idioma português dimensão 18 x 18 cm edição 1ª, 2015 número de páginas 120  projeto gráfico Ezequiel Lancelotti, Esteban Serrano e Pablo Holmberg fonte éden Casa Rex cor da capa Lucía Spotorno e Pablo Holmberg diagramação Mauricio Nisi Gonçalves 

Portas do Éden autor Pablo Holmberg (Kioskerman)  tradução Cecilia Arbolave ISBN 978-85-66740-08-0 idioma português dimensão 18 x 18 cm edição 1ª, 2015 número de páginas 120 projeto gráfico Ezequiel Lancelotti, Esteban Serrano e Pablo Holmberg fonte éden Casa Rex cor da capa Lucía Spotorno e Pablo Holmberg diagramação Mauricio Nisi Gonçalves 

“O leitor terá a oportunidade de pintar cenas maravilhosas do cotidiano, como situações com ônibus lotado, prestações atrasadas, relações familiares, entre outras. O que não pode é seguir o traço fino da arte, há de estabelecer uma perfeita harmonia com o que é proposto (fica a dica!).”

LiteraturaBR

“Alexandra Moraes satiriza moda de obras terapêuticas com sua tira O Pintinho, com traço feito no Paint. Nada de mandalas, flores, passarinhos, florestas encantadas. No livro, as atividades dizem respeito às desventuras da classe média brasileira.”

O Grito!