Já Matei por Menos

Coletânea com os melhores textos do blog Já Matei por Menos, da escritora e jornalista baiana Juliana Cunha. Graças ao ponto de vista sempre direto, sincero e com alta carga pessoal da autora, o site se tornou uma referência na internet. De Woody Allen a José Padilha, de J.D. Salinger a Harry Potter, da Guerra de Troia à Cracolândia, além, é claro, do próprio umbigo da autora e toda a sujeira nele acumulada são alguns dos temas tratados por vezes em tom de crônica, em outras como um ensaio crítico. É uma blogueira de raiz, livre para transitar por assuntos que a curiosidade demandar. A prosa destemida e inteligente de Juliana Cunha faz pensar e rir.
A capa conta com ilustração do artista mineiro radicado na França Laurindo Feliciano, colaborador de revistas internacionais como a francesa Les Inrockuptibles e a americana Flaunt, com obras expostas em galerias de Paris e de Nova York. É o primeiro trabalho editorial no Brasil do artista.
Já Matei por Menos é o livro nº 1 da Lote 42.
Especificações Técnicas

Já Matei por Menos autora Juliana Cunha ISBN 978-85-66740-00-4 idioma português dimensão 21 x 14 cm edição 1ª, 2013 número de páginas 160 edição geral João Varella e Thiago Blumenthal capa Laurindo Feliciano projeto gráfico e paginação Thaís Rodrigues

Já Matei por Menos autora Juliana Cunha ISBN 978-85-66740-00-4 idioma português dimensão 21 x 14 cm edição 1ª, 2013 número de páginas 160 edição geral João Varella e Thiago Blumenthal capa Laurindo Feliciano projeto gráfico e paginação Thaís Rodrigues

“O leitor terá a oportunidade de pintar cenas maravilhosas do cotidiano, como situações com ônibus lotado, prestações atrasadas, relações familiares, entre outras. O que não pode é seguir o traço fino da arte, há de estabelecer uma perfeita harmonia com o que é proposto (fica a dica!).” LiteraturaBR

“Alexandra Moraes satiriza moda de obras terapêuticas com sua tira O Pintinho, com traço feito no Paint. Nada de mandalas, flores, passarinhos, florestas encantadas. No livro, as atividades dizem respeito às desventuras da classe média brasileira.” O Grito!